Abas primárias

Me Ajude a Trazer Meu Filho do Haiti

Refugiados - Gramado, RS
kicks
Arrecadados da meta de R$6.400,00
Campanha flexível

Esta campanha irá receber todas contribuições em 17/08/2019.

RESUMO

Jolene morava com seu filho de 11 anos, sua mãe e irmã em Porto Príncipe, no Haiti. Nenhum deles conseguia emprego, por mais que tentassem, e eram sustentados pela família da mãe da Jolene.

Tudo dificultou quando sua mãe faleceu em 2016 e a família resolveu cortar o auxílio financeiro. Jolene, o filho e a irmã se encontraram em uma situação muito complicada e Jolene decidiu usar todo o dinheiro que tinha para chegar até o Brasil a procura de trabalho.

Deixou o filho no Haiti aos cuidados da irmã e conseguiu um emprego em uma pousada aqui no Brasil. Depois de muito trabalho conseguiu juntar o dinheiro para trazer o filho, porém o dinheiro foi todo desviado quando chegou no Haiti.

Agora o filho está com Febre Tifóide e a saúde pública do país não tem condições de fazer nada para ajudar.

Nos ajude a trazê-lo para que seja tratado aqui no Brasil e esteja junto com sua mãe, a quem não vê há mais de 3 anos!

LEIA A HISTÓRIA COMPLETA ABAIXO:

HISTÓRIA

A Jolene tem 27 anos de idade e nasceu no Haiti. Ela estava quase se formando na curso de Enfermagem na universidade e tinha uma vida bem boa morando na cidade de Porto Príncipe, capital do país.

Geralmente nos finais de semana ela costumava ir pra praia ou se encontrava com os amigos na praça da cidade. Ela morava com seu filho de 11 anos de idade, o Ben, sua mãe e sua irmã, Nadege.

Em 2010 um terremoto atingiu o Haiti e matou mais de 300.000 pessoas e deixou mais de 1.5 milhões desabrigados. Grande parte do país ficou destruído e a economia entrou em queda livre. Nessa época, a comunidade internacional se mobilizou e começou a enviar recursos financeiros para ajudar a reestruturar o país.

Centenas de milhões de dólares começaram a entrar nos cofres públicos, e parecia que o país daria a volta por cima. Porém uma grande parte desse valor não foi parar onde deveria.

A liderança corrupta do país viu uma grande oportunidade de desviar muito dinheiro (não é só aqui que acontece..) e decidiu tirar proveito da situação, levando milhões pros seus próprios bolsos e deixando a maior parte da população sem recursos básicos pra sobrevivência.

A Jolene conta que a economia do país está tão ruim que encontrar emprego é uma tarefa praticamente impossível. Ela, com o filho a mãe e a irmã, viviam da ajuda que a família da mãe dava. Porém, 3 anos atrás, em 2016, a mãe da Jolene faleceu e a família decidiu cortar a ajuda que dava.

Assim, ficaram ela, o filho e a irmã sem ter para onde ir e nenhuma rede de segurança a que recorrer. Jolene ouviu falar que aqui no Brasil ela poderia ter uma chance de conseguir emprego e usou todo o dinheiro restante para chegar até aqui.

A ideia era ela conseguir um emprego, enviar um pouco de dinheiro mensalmente pro filho e pra irmã conseguirem viver no Haiti e guardar o resto do dinheiro pra conseguir trazê-los assim que possível.

O plano dela foi dando certo. Ela conseguiu um emprego em uma pousada, começou a mandar dinheiro mensalmente para lá e depois de alguns meses ela conseguiu guardar dinheiro suficiente para trazer o filho.

Só tinha um problema: o Ben não tinha visto pro Brasil!

Depois que veio o primeiro grupo de Haitianos pro Brasil, o governo local começou a dificultar a concessão de vistos para impedir que a população abandone o país.

Através de um conhecido, a Jolene conseguiu o contato de um homem que trabalha na embaixada brasileira em Porto Príncipe. Ele sentiu pela situação dela e decidiu ajudar.

Então a Jolene, através dele, conseguiu dar entrada no processo de visto e pagou todas as taxas necessárias. Depois que ela enviou o dinheiro para ele nunca mais recebeu nada de volta. Ele pegou o dinheiro que ela enviou e não ajudou em mais nada.

Esse dinheiro era praticamente tudo que ela havia guardado em meses trabalhando aqui.

Desde então ela tem tentado juntar o dinheiro novamente para trazê-lo, mas a situação está difícil pois ela tem todos os custos de vida aqui no Brasil e o filho dela está febre tifóide, então estão tendo mais gastos com isso.Quando ouvimos a história dela, nos surpreendeu o fato de que o ÚNICO obstáculo que a impede de se reencotrar com sua família é o fator financeiro.

Pensando nisso, nós (um grupo de amigos aqui na cidade de Gramado-RS) decidimos criar uma campanha onde cada um ajudaria com o que pudesse e dessa maneira juntaríamos o dinheiro necessário para trazer seu filho, Ben.

Como a concessão dos vistos ainda está difícil, conseguimos, através de contatos da Associação de Haitiano no Brasil, o contato de uma empresa legalizada que faz a viagem para o Brasil através da Guiana Inglesa, fazendo o processo de visto desse país, assim o governo haitiano não consegue impedir a permissão do visto.

Os custos dessa viagem, (Porto Príncipe - Guiana Inglesa - Boa Vista - Porto Alegre) incluindo diárias de hotel na Guiana Inglesa para o processo do visto, totaliza $1.500 dólares (R$5.800 Reais hoje 18/06).

Ainda terão os custos da burocracia do visto de entrada no Brasil, aproximadamente R$500. E por último, o Ben precisa ter dinheiro em mãos para conseguir entrar no Brasil (pelo menos $250 dólares - ou R$1.000 reais)

Soma:

  • Viagem: R$5.800,00 (valor hoje, pode aumentar ou diminuir dependendo da data)
  • Visto: R$500,00
  • Dinheiro em mãos: R$1.000,00

​Total Parcial: R$7.300,00

A Jolene já conseguiu juntar R$1.500,00 com seu trabalho aqui, então podemos diminuir esse valor chegando no valor a ser arrecadado de: R$5.800,00

Realizamo uma pesquisa e optamos por utilizar a plataforma do Kickante para postar a campanha, pois eles têm a menora taxa de administração: 10%

Incluindo essa valor administrativo que a plataforma cobra chegamos no valor final a ser arrecadado de: R$6.400,00

Caso você queira fazer parte dessa transformação na vida dessa família nos ajude com o valor que você puder. Qualquer valor realmente já faz a diferença.

Se você não puder ajudar com recursos financeiros no momento, pedimos que compartilhe essa campanha nas redes sociais e envie para amigos no WhatsApp, certamente algum de seus amigos conseguirá contribuir com algo e ajudará muito a vida dessa família!

Muito obrigado pela atenção e pela ajuda!

Estamos todos juntos aqui no mundo, vamos nos ajudar!

 

Organizador: Nathan Mendes Gossenheimer CPF: 004.545.530-99 Telefone: (54) 98153-7316


A hora é agora! Contribua com
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Conheça quem está à frente desta campanha

Nathan Gossenheimer
  Nathan Gossenheimer
  

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